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A romântica Praga

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A cidade é famosa por suas atmosferas mágicas, rainha dos mil contrastes e agradável tanto no verão quanto no inverno. Descubra-a passeando da ponte Carlos ao castelo, de Staré Mesto a Malá Strana, até a catedral dedicada aos santos Vito, Venceslau e Adalberto, antes de se divertir, a poucos quilômetros do centro, em seus incríveis clubes de golfe de 18 e 27 buracos

Turismo Praga

Perder-se no labirinto de ruelas da Cidade Velha de Staré Mesto até a Staromestske Namesti (Praça da Cidade Velha), ponto central do bairro, é uma obrigação. Contornada por palácios bem bonitos, é famosa, além disso, pelo relógio astronômico do município. Chega-se à praça, bela e imponente, percorrendo a rua Karlova, ruela tortuosa e repleta de lojinhas.

Para começar com o pé direito, deguste o orgulho culinário de Praga, “o presunto cozido”, assim ao acaso em uma grande lareira na praça, acompanhado por uma bela fatia de pão integral e pela inesquecível cerveja, esperando o espetáculo encantador da Torre do Município. Ao soar de cada hora, das oito da manhã às oito da noite, o relógio astronômico da torre, com os dois quadrantes em que estão representados os signos zodiacais e as atividades agrícolas, põe em movimento a procissão dos 12 apóstolos e as figuras alegóricas começam a se animar.

Outra joia imperdível, além de monumento mais famoso de Praga e talvez de toda a República Tcheca, é a ponte Carlos. Com mais de 500 metros de extensão e contornada por 30 estátuas, conecta a cidade velha à Malá Strana. Um labirinto de malabaristas, artistas, pintores e barraquinhas de souvenir anima a ponte o ano inteiro sobre o rio Moldava. Vale a pena percorrê-la com toda a tranquilidade, tanto de dia quanto de noite, já que a cidade goza de uma iluminação perfeitamente desenhada para valorizar cada vista e torná-la ainda mais mágica.

Malá Strana, literalmente “Pequeno Bairro” ou “Parte Pequena”, nasceu em torno de 1200 como uma extensão do castelo de Praga e é um verdadeiro tesouro de ruelas e palácios históricos. Sobre a Malostranske Namesti, se avista a San Nicola, igreja de 1600 de estilo barroco rococó. As principais atrações dessa região são a igreja e o mosteiro de St. Thomas, o palácio Wallenstein (o maior de Praga) e a rua Nerudova, entre as mais bonitas da cidade. A Nerudova leva, após uma subida cansativa, mas espetacular, ao castelo e é contornada por belos palácios de estilo barroco.

Se o que busca é fascínio com tranquilidade, conceda-se uma pausa na ilha de Kampa, situada no rio Moldava e separada de Malá Strana por um canal artificial chamado “canal do Diabo”, ao longo do qual é possível observar moinhos de água antigos. Na ilha se encontra o museu de arte moderna e de exposições temporárias e o muro de Lennon. Muitíssimos lugares ficam próximos dos canais e são ideais para beber uma cerveja e aproveitar a atmosfera relaxante.

Praga_vista dell'architettura e dei ponti storici sul fiume Moldava
Os jardins reais do castelo de Praga. O castelo é o símbolo mais importante do Estado tcheco já há mais de um milênio. Fundado no século IX, foi sede dos soberanos boêmios e depois dos presidentes da República. É um dos maiores complexos do mundo e é formado por palácios históricos, oficiais e eclesiásticos, fortalezas, jardins e lugares pitorescos. Sua extensão abrange uma superfície de 45 hectares

Josefov é o bairro judeu. Ele não é só uma etapa, mas uma reflexão, um momento de recolhimento e de crescimento pessoal. A isso, obviamente, se adiciona o aspecto mais agradável ligado à tranquilidade das estradas, à tipicidade dos restaurantes kosher e das confeitarias, ao fascínio dos edifícios e das sinagogas.

U Fleku, uma das cervejarias mais antigas e famosas de Praga, é uma das opções perfeitas para comer na Cidade Velha. É também um ponto estratégico se quiser continuar rumo à Cidade Nova, Nove Mesto, cuja atração principal é a grande praça Venceslau.

Mais do que uma praça, é uma longa avenida na qual se encontram belos edifícios art nouveau. Por exemplo, a galeria Lucerna. A praça é um símbolo da memória, pois foi nela que, em 16 de janeiro de 1969, por protesto contra a opressão soviética, o estudante universitário Jan Palach ateou fogo a si mesmo, dando início à Primavera de Praga. No centro da praça, ex-mercado de cavalos, impera a estátua de são Venceslau a cavalo. Dentro da galeria Lucerna encontra-se uma das estranhas obras de David Cerny: são Venceslau e um cavalo morto (o cavalo parece estar morto, pendurado de cabeça para baixo pelas patas, enquanto Venceslau monta em seu estômago). A obra está colocada justamente de frente ao Kavárna Lucerna, local enfumaçado e decadente, ótimo para uma pausa à tarde. Bem perto está o Café Louvre, fundado em 1902 e frequentado por personagens famosos como Kafka e Einstein.

São lindas as excursões fora da cidade, como Kutna Hora, uma cidadezinha do passado glorioso. Na verdade, há um tempo, graças às suas minas de prata, era o segundo centro mais importante da Boêmia. Esplêndida é a catedral-símbolo Santa Bárbara, que, na verdade, é a santa padroeira dos mineradores.

O castelo espetacular de Karlstejn relembra os contos da Disney e é um dos mais fotografados de toda a República Tcheca. Já a pérola do rio Sazava é sem dúvida o castelo de Cesky Sternberk, até hoje de propriedade da família que o fundou e ainda habitado por Zdenek Sternberg.