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Brasil termina Mundial Feminino em 36º

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femininas-mundialO time brasileiro feminino de golfe terminou no sábado a disputa do Mundial de Golfe Feminino na 36ª colocação – mesma posição do time na edição anterior do campeonato, disputada em 2014 no Japão. Este ano, o torneio foi disputado no Iberostar Playa Paraiso Golf Club e no Mayakoba El Camaleón Golf Club, em Riviera Maya, no México.

A equipe brasileira formada por Luiza Altmann, bicampeã brasileira (2015 e 2016), Clara Teixeira, campeã brasileira (2014) e Lauren Nunes Grinberg (campeã brasileira juvenil) disputou o Espirito Santo Trophy com 55 times do mundo todo. A capitã foi Nathalie Silva.

O Brasil somou 610 tacadas nos quatro dias de torneio para terminar sozinho em 36º lugar. As campeãs foram as sul-coreanas, com 547 tacadas. A prata ficou com a Suíça, com 568, e o bronze, com a Irlanda, com 569. A campeã individual foi a sul-coreana Hye Jin Choi, com 274 tacadas (-14 em relação ao par do campo).

O Mundial Amador é organizado pela Federação Internacional de Golfe (IGF, na sigla em inglês), que comanda o esporte em 140 países. O evento acontece a cada dois anos. O torneio é por equipes: todos jogam quatro rodadas de 18 buracos. A cada rodada, os dois melhores resultados do time são computados. Os prêmios para as três melhores equipes são medalhas de ouro, prata e bronze, além do direito à posse transitória dos troféus – o Einsenhower Trophy, no masculino, e o Espirito Santo Trophy, no feminino.

A disputa masculina acontece a partir de quarta-feira (dia 21). Representarão o Brasil os gaúchos Herik Machado e Gustavo Chuang e o carioca Daniel Ishii, os três melhores brasileiros no ranking mundial amador, que disputarão o Eisenhower Trophy até sábado (dia 24). Herik foi bicampeão brasileiro juvenil e campeão sul-americano juvenil, além de bicampeão geral do Faldo Series South America Championship. Chuang e Ishii colecionam diversos títulos amadores nacionais e internacionais. O capitão será Octavio Villar. O chefe da delegação é Klaus Behrens.

O time brasileiro viajou com apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), com recursos da Lei Agnelo Piva.